sexta-feira, 3 de maio de 2013

A HISTÓRIA DO EXU VELUDO...



Entidade de grande seriedade e exigente,aprecia muito a responsabilidade de seus médiuns,lutando por eles em qualquer dificuldade.Trabalha com objetivo de trazer muita prosperidade a todos que lhe procuram,quando adota alguém como seu protegido traz grande crescimento material e espiritual,especialista no conhecimento das ervas,trás poderosos banhos,chás e muitos patuás para seus consulentes,aconselha com muita firmeza entendendo das teimosias humanas.Trabalhador incansável
trabalha pela luz e prosperidade,tendo sobre seus domínios grandes falanges muito bem organizadas.




Histórias de espírito Exu Veludo 
Homem alto, esquio, moreno, nobre, viveu no século XVI, na Inglaterra-Europa, vivia entre a 
realeza onde tratava dos negócios do Rei (cobrador de impostos e jurista), foi muito rico, vestiase sempre com muito luxo e elegância, homem de finos tratos e com gosto, tinha bom trato ao 
falar, com sua voz firme e aveludada, diz-se que é daí que veio seu nome de Exu. 
Apresenta-se na Umbanda sempre severo e enérgico, tem grande atuação em causas judiciais, 
trabalha na quimbanda em muitos caminhos tais como:  
Exu Veludo da Meia Noite 
Exu Veludo Cigano 
Exu Veludo 7 Encruzilhadas 
Exu Veludo Menino (Veludinho) 
Exu Veludo dos 7 Cruzeiros 
Exu Veludo das Almas 
Exu Veludo dos Infernos 
Exu Veludo da Kalunga 
Exu Veludo da Praia 
Exu Veludo do Oriente 
Exu Veludo Sigatana 
Exu Veludo do Lixo
É uma das entidades mais procuradas e amadas na quimbanda. 
♫ PONTO ♫
            Comigo ninguém pode 
            mas eu posso com tudo. 
            Lá na minha encruzilhada 
            eu sou Veludo.  
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Este Exu, vem das costas orientais da África, era swahili (negro arabizado). Usa um turbante na 
cabeça, e lindos tecidos de veludo trazidos de oriente, que lhe valeram o apelido na Kimbanda de 
"veludo" Dado a sua forma luxuosa de se vestir, no estilo muçulmano, muitos que viram seu tipo 
de apresentação através da mediunidade, o confundiram com um cigano e o associaram com os 
mesmos. Isto não significa que não trabalhe com os ciganos, ao contrário, tem inclusive uma 
passagem ou caminho que se apresenta como um. 
Tem muitos conhecimentos sobre feitiços que se fazem utilizando panos, tigelas, agulhas, pembas 
e outros ingredientes. Abre os caminhos e limpa trabalhos negativos feitos nos cemitérios. Gosta 
de um bom whisky e grossos charutos.  







É comum a lembrança sempre da última encarnação, num espírito caído e renascido das trevas. Mas seria 
impossível contar esta história sem lembrar de duas últimas reencarnações... Vamos chamá-lo de Veludo,
desde já, pois não fui autorizada a revelar sua verdadeira identidade. Ocupava um dos mais altos postos entre 
os soldados de Roma, tinha trinta anos quando presenciou a Paixão e Morte de Cristo. Pena? Quase nenhuma, 
tinha um ódio sem razão que crescia a cada dia do povo judeu. Não se abalou com a comoção e nem com o 
sofrimento do Inocente. 
Durante vários anos continuou a perseguição implacável aos cristãos, matava por prazer, sentia o gosto do 
sangue em sua boca e isto lhe fazia chegar ao ápice da glória. Morreu aos setenta e cinco anos, sozinho e 
leproso. O corpo totalmente deformado, mas a mente sempre perversa.  
Ficou por muitos séculos, pagando em outras esferas, seus débitos aqui contraídos. Sofreu muito, se redimiu e 
por volta de 1900 teve a oportunidade de reencarnar na Alemanha, filho de um Oficial do Exército e de uma 
dona de casa. Veludo sempre foi muito calado e tímido, extremamente inteligente, tinha uma paixão por armas 
de fogo, confeccionava-as com pedaços de madeira, galhos de árvores e depois com pedaços retorcidos de
metal. Passava horas admirando as antigas armas do pai. Assim que pode se alistou no Exército, era 
apaixonado por isto. Se tornou um dos mais fiéis e dedicados membros da Corporação. Seu comportamento 
agressivo foi se aflorando. Matava animais com muita vontade, seus olhos brilhavam de prazer. Estoura a II 
Guerra Mundial. Veludo, agraciado por seu comportamento exemplar torna-se o homem de confiança de Adolf 
Hitler. Estava casado há quatro anos e tinha três filhos.  
A partir deste momento, a violência e a revolta contra os judeus explodiram na mente do soldado. Cometeu 
todas as espécies de barbárie.. Praticava tiro ao alvo da janela de seu quarto com crianças e mulheres judias 
presas nos campos de concentração. Estourava miolos de pais na presença de filhos, mulheres na presença de 
maridos e sentia o prazer de matar crescer a cada dia. Vibrava com cada vítima que chorava, esperneava e 
implorava pela vida.  
Até que entre as mulheres que iriam para a câmara de gás, um par de olhos muito azuis, chamaram sua 
atenção. Era uma judia russa que estava prestes a morrer. Sem conseguir explicar o porque, Veludo se 
apaixonou. E se odiou por isto, amava e odiava com a mesma intensidade. Ele simplesmente não conseguia
ser bom. Separou a moça nua das outras e levou-a para seus aposentos. O amor era violento, selvagem, 
misturava-se com o ódio que sentia por aquela mulher ser judia. Por dez dias, alegando estar adoentado, 
recolheu-se com a moça judia. Quanto mais a amava, mais seu ódio crescia. Seviciou, abusou, e fez com que a 
moça sofresse toda a sorte de humilhações, até que a matou. Corroia-se de amor, de ódio e de remorso. 





 Ficou mais violento mais amargo e mais cruel.  
Com o fim da II Guerra os militares alemães foram perseguidos e capturados. Veludo conseguiu fugir, pediu 
ajuda a sua esposa que o escondeu em uma velha casa da família. Informada das atrocidades praticadas pelo 
marido e da traição, cega de ciúme entregou-o aos soldados inimigos. Juntamente com outros oficiais alemães, 
foi colocado em um paredão e recebeu vários tiros, depois foi jogado em uma vala muito funda, porém não 
morreu imediatamente, ficou muitos dias, coberto com os outros mortos, se asfixiando aos poucos, quanto mais 
força fazia para respirar, mais sentia a podridão humana, o sangue fétido e o cheiro de morte.  
Morreu.  





A sensação que tinha era que se afogava no lodo, que cheirava forte, e quase o impedia de respirar. Bem...Este 
sofrimento na esfera mais negra da existência vamos deixar para uma outra parte da história.  
Passado mais de quarenta anos, Veludo foi resgatado de seu sofrimento por Sr. Ogum Rompe Mato e trazido 
para trabalhar na casa do Pai Três Cachoeiras. Iria incorporar em uma médium que entraria em breve na 
corrente.  
Desde 1992, Exu Veludo presta serviço à Luz no Terreiro de Umbanda Caboclo Três Cachoeiras e Mestre 
Jesus. Hoje totalmente transformado coloca a caridade acima de qualquer obstáculo e trabalha muito. Já
pertence a Ordem dos Cavalheiros mas não quer deixar a casa que tanto lhe ajudou e que tanto ama e a 
médium a quem devota tanta admiração.  
Por alguns meses sua ex-esposa, trabalhou como Exu Mulher na mesma casa, incorporando na mesma 
médium, veio se desculpar por ter entregado seu marido, levada pelo ciúme. Conseguiu seu perdão e hoje está 
em outra esfera astral praticando também a caridade.  
Ao oficial alemão que viveu e compactuou com um dos momentos mais negros e sofridos da História Mundial 
foram atribuídas mais de mil mortes. Sendo a maioria crianças, mulheres e idosos. Todos judeus.  
Texto escrito por Dagmar Hernandes.  
História contada pelo Exú Veludo.

A HISTÓRIA DO EXU TIRIRI...


Seu nome cabalístico é Flerity,trabalha nas encruzilhadas sobre o comando direto de OGUM, é um mistério originado no Trono da esquerda da Lei, portanto sua vibração original é a da vitalização da irradiação da Lei e da Ordem.


Os Guardiões Tiriri atuam, principalmente, nas vibrações dos verbos-função "quebrador", "devolvedor" e "retornador", assim como, em grande parte dos casos são grandes especialistas em demandas e quebra de magias negativas.

Como atuam na esquerda da Lei, atuam também abrindo os caminhos daqueles que são merecedores dessa dádiva.  
Os guardiões que trabalham dentro desse mistério, atuam nos consulentes buscando ordenar seus negativismos, abrindo os caminhos e quebrando demandas quando permitidas pela Lei e, muitas vezes, devolvendo-os aos seus "donos". 
Está sempre presente nos trabalhos de Umbanda de nossas casas,tendo um trabalho muito importante na realização dos trabalhos na Lei da Caridade,tem um trabalho fundamental em todos os templos de fé(igrejas,etc...).

Em suas passagens recebe nomes como:

Exu Tiriri das Encruzilhadas


 Exú Tiriri das Sete Encruzilhadas

Exu Tiriri das Matas

Exu Tiriri dos Infernos

Exu Tiriri Menino

Exu Tiriri da Calunga

Exu Tiriri das Almas

Exu Tiriri da Figueira

Exu Tiriri do Cruzeiro

Exu Tiriri da Meia Noite

Exu Tiriri Cigano,etc...


Aprecia muito bebidas fortes,como cachaça,conhaque,uísques de boa qualidade,martine,vinhos finos,licores,etc...bons charutos e muitas vezas gostam de usar capas, belos chapéus,lenços(Ciganos),ternos elegantes com belas gravatas;podem ser muito simples ou de uma elegância notável dependendo de sua origem em sua última encarnação.
Tem um temperamento forte,não gosta de brincadeiras,sério e concentrado em seus afazeres,atende a todos que recorrem ao seu auxilio,sendo uma entidade de extrema rapidez(quando merecedor);os protegidos por esse grande Exú,são defendidos a qualquer custo,não entra em demandas para perder,e gosta de receber seus pagamentos em dia,não tolerando ser enganado ou esquecido por seus médiuns.


Tem uma vasta falange,sendo responsável por legiões de grande energias negativas e positivas,guardiãs de antigos mistérios da natureza,conhecedor do mundo espiritual e suas variações de energias poderosas que atuam no universo.




Gostaria de lembrar que existem várias histórias das passagens terrenas de Exús,pois são espíritos que usam o  nome do chefe da falange a qual pertencem,trabalham,aprendem,evoluem,foram na maioria das vezes resgatados de grandes tormentos resultantes de suas encarnações,e dentro de tal falanges,evoluem por méritos e obediência a seus senhores,recebendo como pagamentos a luz,armas e posições de comandos dentro dessas poderosas e organizadas falanges.


Histórias de Exús Tiriri

Exú Tiriri - Bartolomeu Custódio

Muitas historias a respeito deo Exú Tiriri é conhecida mas a 

mais próxima da realidade é esta que fala de sua 

desencarnação, a historia deste Grande Exú que hoje é 

encontrado trabalhando nos Terreiros de Umbanda.

Aconteceu em Portugal, final do século dezenove. Passam 

das 23 horas quando Bartolomeu Custódio bate à porta de 

seu primo e é atendido pelo rapaz que, visivelmente, foi 

acordado pelas insistentes batidas. - Primo, preciso urgente 

de ti! - Fernando manda-o entrar deixando claro estar 

contrariado com a visita repentina em tão tardio horário. - 

Nem me fale Bartolomeu! São réis o que deseja. Não é? - O 

homem baixa a cabeça e responde num fio de voz: - Perdi 

mais de mil no carteado do Barão senão pagar ele ameaçou 

acabar com minha família. - Mil? Estás louco? Não faz um 

mês que paguei sua divida de quinhentos e já vens aqui 

pedir-me mais de mil? Onde vais parar, ou melhor, aonde 

vou eu parar com tantos réis que se vão ladeira abaixo? 

Achas que por ter tido sorte na vida tenho que carregá-lo nas 

costas? A ti, tua família, teu maldito vicio? - Bartolomeu ouve 

tudo sem levantar os olhos. - Primo, só tenho a ti para 

recorrer. O que será de minha mulher e meus filhos? Juro-te 

que nunca mais jogarei um só conto em nada! - O rapaz está 

descontrolado e replica aos gritos: - Já ouvi essa ladainha 

muitas vezes e não vou mais cair nessa conversa. Vá ao 

Barão e diga que não tem, não conseguiu, e ele que espere. 

Ainda ontem a pobre de tua mulher veio até aqui pedir-me 

comida. Crês nisso? Tive que dar comida a tua família. 

Enquanto tu espezinha-me com dívidas de jogatina. Olhe 

para ti! Estás em estado lamentável, além de cheirar a vinho 

à distância. Saia já de minha casa. - Dirige-se para a porta e 

a abre com violência. Bartolomeu levanta-se lentamente, de 

seus olhos caem lágrimas, é duro ter que ouvir tudo que está 

ouvindo, apesar de ser a mais pura verdade. Faz ainda uma 

última tentativa. - Primo, pelos teus filhos, ajuda-me! 

Fernando continua parado à porta apontando a rua. - Fora 

daqui, vagabundo! Nunca mais me apareça, porco imundo! 

Sem mais nada dizer o homem retira-se lentamente ouvindo 

o baque violento da porta atrás de si. Caminha tropegamente 

enquanto as lágrimas embaçam sua visão. Sabe que fez 

tudo errado. Sempre! Foi mulherengo, bêbado, viciado em 

jogos. Tem a exata noção do péssimo pai e marido que é. 

Seu primo tem toda a razão em humilhá-lo. Sem perceber, 

depois de muito caminhar, está sobre uma ponte. Talvez seja 

essa a única saída. Faz uma pequena prece e atira-se nas 

águas profundas do rio. O espírito de Bartolomeu Custódio 

durante anos perambulou por sendas escuras e tortuosas. 

Passado um longo tempo e depois de rever erros e acertos 

de vidas anteriores, foi amparado por mentores que o 

encaminharam para a labuta do resgate cármico. Hoje, 

trabalhador de nossos terreiros, é conhecido como o grande 

Exu Tiriri, elegante, educado e sempre com um profundo 

respeito para com seus consulentes, nem de longe lembra a 

triste figura apresentada neste texto.




Exu Tiriri era um grande guerreiro e vencedor... Desafiou 

Lucifer numa grande batalha e estava quase derrotando-o, 

quando Lucifer usou de sabedoria, pois sabia que o que Exu 

Tiriri mais prezava era a sua esposa (nome não divulgado). 

Sendo assim, Lucifer sequestrou a esposa de Tiriri o que o 

fez rogar ao Grande Lucifer que lhe devolvesse a sua 

esposa, porém Lucifer não devolveu e Tiriri viveu o restante de 


sua vida na amargura, bebendo, largado...




a imagem de Tiriri em que ele está de joelhos com uma 

garrafa em 

suas mãos retrata o  pedido

 de perdão à Lucifer, implorando para que ele tivesse sua 

esposa de volta. Porém não aconteceu...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

CONVITE...

LEI DA MORDAÇA RELIGIOSA

INDEFERIDA A LIMINAR PARA SUSPENDER A LEI DA MORDAÇA RELIGIOSA (LEI 13085/20080) O Desembargador Francisco José Moesch, do Órgão Especial do TJRS, indeferiu, por ora, a liminar solicitada pela Congregação em Defesa das Religiões Afro-Brasileiras - CEDRAB - e outras entidades para suspender a vigência da Lei Estadual RS nº 13.085/08 que limita as emissões sonoras nos templos religiosos. O pedido poderá ser reexaminado quando da juntada ao processo das informações a serem prestadas, se quiserem, pelo Poder Executivo e pela Assembléia Legislativa. Observou o julgador que a Constituição Federal garante, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. "Em que pese essa garantia, o preceito não autoriza a poluição sonora", considerou o Desembargador Moesch. Para o magistrado, "ao mencionar que a proteção se dará ´na forma da lei´, o legislador deixou clara a necessidade de se compatibilizarem as liberdades de todos". "Isso quer dizer que a liberdade de culto não é ilimitada, devendo obediência às medidas de ordem pública". Entende ainda o integrante do Órgão Especial do TJRS que "é dever do Poder Público assegurar o livre exercício do culto, mas também impedir, mediante intervenção legal, que esse exercício venha a prejudicar a qualidade de vida não só dos freqüentadores dos templos, mas também dos integrantes da comunidade do entorno". "A Lei se refere às atividades realizadas em templos de qualquer crença, não se direcionando a um ou outro grupo religioso", registra o Desembargador. Depois da fase de instrução, a Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI - será levada ao plenário do Órgão Especial do TJRS para julgamento por 25 Desembargadores. FONTE : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL